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A aposta climática de Trump: um golpe na cooperação globalUma retirada que enfraquece a resposta da humanidade ao aquecimento globalBy Estefanía Muriel for Ruta Pantera on 11/22/2025 3:29:32 PM |
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| Um capítulo preocupante soma-se à história climática global a partir da Casa Branca: os Estados Unidos, sob a administração Trump, retiraram-se oficialmente do UN Emissions Gap Report e reafirmaram sua saída do Acordo de Paris. Segundo El País, o Departamento de Estado afirmou que esses mecanismos multilaterais não devem mais representar “um ônus indevido ou injusto” para os Estados Unidos. Negacionismo americano = colapso climático Esse movimento vai além de uma simples retirada diplomática. Segundo o secretário-geral da ONU, António Guterres, com os compromissos atuais — marcados pela retirada americana — “o resultado previsto continua sendo o colapso climático”, citado por El País. O alerta é sério: o novo relatório das Nações Unidas, encarregado de avaliar os planos climáticos nacionais, projeta um aumento da temperatura global entre 2,3 e 2,5 graus Celsius caso medidas corretivas urgentes não sejam tomadas. A decisão de Washington faz parte de um retrocesso em política ambiental iniciado pelo governo Trump. De acordo com a Deutsche Welle, essa administração começou a desmantelar o mais robusto marco regulatório ambiental para controlar emissões do transporte e de usinas de energia, revogando a declaração de perigo de 2009 que sustentava grande parte das regulações climáticas. O documento oficial, citado por El País, volta a apoiar-se na mesma tese nacionalista: qualquer acordo internacional deve proteger os “interesses do povo americano”, mesmo que isso implique ameaçar com sanções países que busquem impor um imposto global sobre o carbono no transporte marítimo. | ||||
| Ativistas e governos locais tentam preencher o vazio Ativistas e entidades subnacionais estão tentando preencher o vazio deixado por Washington. Segundo El País, governadores e prefeitos dos Estados Unidos assumiram um papel ativo na preparação para a COP30. Mas muitos especialistas alertam que esse impulso não é suficiente: a rejeição sistemática por parte do governo federal enfraquece a credibilidade da liderança climática americana e fragiliza a arquitetura internacional do regime climático como um todo. Esse fechamento de portas trumpista não é apenas um retrocesso tecnológico ou regulatório: é, essencialmente, um golpe na confiança coletiva. A ciência, alertam vozes globais, deixou de ser um referencial neutro para a ação climática e tornou-se um campo de batalha onde o poder político redefine seus próprios limites. Se o colapso climático se tornar o caminho mais provável, então não fracassarão apenas os acordos, mas também a própria promessa de que a cooperação internacional pode conter a crise mais urgente do nosso tempo. | ||||
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