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Novak Djokovic Revela Por Que Nunca Será Amigo de Rafael Nadal e Roger FedererAs Rivalidades Esportivas Nos Unem ou Nos Separam?By Jazmin Agudelo for Ruta Pantera on 10/17/2025 7:49:37 AM |
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| No vasto panorama do esporte, poucas rivalidades definiram uma era como a do “Big Three” no tênis: Novak Djokovic, Rafael Nadal e Roger Federer. Esses três titãs acumularam 66 títulos de Grand Slam — Djokovic com um recorde de 24, Nadal com 22 e Federer com 20 —, dominando o circuito masculino por duas décadas e elevando o tênis a um nível de excelência quase mítico. No entanto, em uma recente entrevista ao jornal italiano Corriere della Sera, Djokovic rompeu o véu sobre uma verdade incômoda: apesar do profundo respeito mútuo, uma amizade genuína com Nadal e Federer é “impossível”. “Entre rivais, não é possível”, afirma o sérvio, que viu Nadal mais vezes do que a própria mãe nos últimos 15 anos. Essa confissão nos convida a uma reflexão: as rivalidades esportivas criam laços indestrutíveis ou impõem barreiras emocionais intransponíveis? Por meio de curiosidades e anedotas, este artigo explora a complexidade dessa trindade em que a admiração coexiste com a distância, e o respeito se entrelaça com a competição feroz. | ||||
| Respeito, Mas Não Amizade Aos 38 anos e ainda ativo no circuito, Djokovic não esconde sua gratidão pelos seus pares. “Graças a ele [Nadal] e a Federer, cresci e me tornei quem sou. Isso nos unirá para sempre”, declarou na entrevista. Contudo, a intensidade da rivalidade — que produziu 150 confrontos diretos entre os três — impediu uma conexão mais profunda. Com Nadal, compartilha um vínculo quase fraternal nas quadras: enfrentaram-se 60 vezes, o recorde da Era Aberta, com Djokovic liderando por 31 a 29. Ambos geminianos, chegaram até a jantar juntos duas vezes no início das carreiras, mas “mesmo com ele, a amizade é impossível”. Com Federer, a distância é ainda maior. Jogaram 50 partidas, com Djokovic vencendo por 27 a 23, mas o sérvio admite: “Nunca estive próximo dele. Teve um impacto extraordinário, mas entre rivais, não é possível ser amigos.” Essa revelação ecoa o sentimento de Andy Murray, que lamentou não ter construído laços mais fortes com o trio, apesar de disputar os mesmos troféus. Djokovic enfatiza que nunca foram inimigos — apenas rivais —, um detalhe que ressalta o profissionalismo que define seu legado. Mas o que mantém essas relações nesse limbo? A resposta está na psicologia da competição: a rivalidade alimenta a admiração, mas a proximidade emocional poderia enfraquecer a ferocidade necessária para vencer. Um Domínio Sem Precedentes O Big Three não apenas competiu — reinventou o tênis. Entre 2003 e 2023, eles ganharam 66 de 81 Grand Slams — um domínio absoluto de 81% —, deixando apenas 15 para o resto do circuito. Federer surgiu em 2003 com Wimbledon, Nadal em 2005 com Roland Garros — derrotando Federer em sua estreia — e Djokovic juntou-se em 2008 com seu primeiro título na Austrália. Juntos, ocuparam o número 1 do ranking por 947 semanas (18 anos e 11 meses), com Djokovic detendo o recorde de 428 semanas. Os confrontos diretos entre eles são lendários: 110 no total, com 28 finais de Grand Slam disputadas entre os três. Nadal domina no saibro (76% de vitórias contra o duo), Federer na grama e Djokovic nas quadras duras. Curiosidade: são os únicos jogadores da história que se derrotaram mutuamente nos quatro Grand Slams. Outro fato: entre 2004 e 2021, o número 1 do fim de ano foi sempre um deles — exceto em 2016. Essa hegemonia não apenas elevou o nível técnico — com ralis intermináveis e defesas impossíveis —, mas também impulsionou a popularidade global do tênis, inspirando novas gerações de jogadores e fãs. Fora das quadras, a dinâmica acrescenta novas camadas. Federer e Nadal cultivaram uma amizade profunda, inclusive jogando duplas juntos na Laver Cup 2022, na despedida do suíço. Djokovic, o “intruso” sérvio, admitiu sentir-se menos querido pelos fãs no início: “Eu não deveria estar ali”, disse, referindo-se à preferência pelo carisma de Federer e pela intensidade de Nadal. Mas sua resiliência — como quando salvou dois match points na final de Wimbledon 2019 contra Federer — o consolidou, para muitos, como o maior de todos os tempos (GOAT). | ||||
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